Com seis escolhas na urna eletrônica, eleitores devem ficar atentos à documentação, à votação para o Senado e às normas da Justiça Eleitoral para evitar contratempos.
A poucos dias das eleições de 2026, ainda são muitas as dúvidas dos eleitores sobre o processo de votação. A ordem dos candidatos na urna eletrônica, os documentos necessários, as regras para o uso do celular e as formas de manifestação política estão entre as principais questões que merecem atenção antes de ir às urnas.
No Espírito Santo, quase 3 milhões de eleitores estão aptos a participar do pleito, que definirá os representantes para os próximos anos nos governos estadual e federal.
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Seis votos na urna eletrônica
Neste ano, os eleitores terão seis escolhas para fazer na urna eletrônica. A votação seguirá uma ordem específica:
- Deputado federal
- Deputado estadual
- Primeiro senador
- Segundo senador
- Governador
- Presidente da República
Uma das dúvidas mais comuns está relacionada à eleição para o Senado, que terá duas vagas em disputa. O eleitor deverá escolher dois candidatos diferentes. Caso digite o mesmo número para os dois votos, o primeiro será mantido, mas o segundo poderá ser anulado se confirmado.
Por isso, é importante conferir os números e os nomes dos candidatos antes de confirmar cada escolha.
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Quais documentos levar para votar?
Para votar, é necessário apresentar um documento oficial com foto, como RG, carteira de habilitação (CNH), passaporte, carteira de trabalho ou outro documento de identificação aceito pela Justiça Eleitoral.
O título de eleitor impresso não é obrigatório, mas é recomendado, pois contém informações sobre a zona e a seção eleitoral.
Quem utiliza o aplicativo e-Título também pode apresentar a versão digital do documento. Eleitores que já possuem a biometria cadastrada e habilitada no aplicativo podem utilizá-lo como identificação, sem a necessidade de apresentar outro documento com foto. Quem não tem a biometria habilitada deve apresentar um documento oficial com foto.
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Celular e cola eleitoral: o que é permitido?
O eleitor pode levar o celular até a seção eleitoral para consultar o e-Título, mas o aparelho deverá ser deixado com os mesários antes de entrar na cabine de votação. O uso de celulares, câmeras fotográficas e filmadoras dentro da cabine é proibido, para garantir o sigilo do voto.
Uma alternativa prática é preparar a chamada cola eleitoral, um papel com os números dos candidatos escolhidos. A anotação é permitida e ajuda o eleitor a lembrar a sequência de votação, evitando erros na hora de digitar os números na urna.
Manifestações políticas e proibições
No dia da eleição, é permitida a manifestação individual e silenciosa da preferência política, por meio de camisetas, broches, bandeiras, bonés ou adesivos.
Entretanto, são proibidas as manifestações coletivas que caracterizem propaganda eleitoral, aglomerações com identificação de candidatos ou partidos, abordagens a eleitores, distribuição de brindes e a prática de boca de urna.
Também não é permitido portar armas nas seções eleitorais e nas proximidades, respeitadas as exceções previstas para agentes de segurança em serviço. A legislação estabelece restrições específicas para o porte de armas no dia da votação.
Como justificar a ausência?
Quem não puder comparecer às urnas deverá justificar a ausência. Uma das opções é utilizar o aplicativo e-Título, que permite realizar o procedimento, observados os prazos e as regras estabelecidos pela Justiça Eleitoral. A justificativa também pode ser feita pelos canais oficiais disponibilizados pela Justiça Eleitoral.
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Informação é fundamental na hora de votar
Além de conhecer as regras, o eleitor deve reservar um tempo para pesquisar os candidatos, conhecer suas propostas, verificar suas trajetórias públicas e avaliar se os compromissos apresentados estão de acordo com suas próprias convicções.
Com os números dos candidatos anotados, a documentação separada e as informações sobre o local de votação conferidas, o eleitor pode se preparar para exercer seu direito ao voto com mais tranquilidade.
A participação nas urnas é uma das formas de escolha dos representantes que estarão à frente das decisões políticas do Espírito Santo e do Brasil nos próximos anos.