Marcelo Santos defende firmeza no combate ao crime e cobra respaldo às forças de segurança
O presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, deputado Marcelo Santos (União), voltou a tratar publicamente da segurança pública ao defender uma atuação firme do Estado diante da criminalidade. Durante pronunciamento recente, o parlamentar afirmou que não concorda com discursos radicais, mas destacou que criminosos que entram em confronto armado com a polícia precisam responder pelos próprios atos.
Segundo Marcelo Santos, o enfrentamento à violência deve ocorrer dentro da legalidade, sem abrir mão da autoridade do Estado. “Não sou adepto da frase ‘bandido bom é bandido morto’. Mas quem troca tiros com a polícia não pode imaginar que receberá tratamento de complacência”, afirmou.
O deputado ressaltou ainda a necessidade de valorização das forças policiais e lembrou os desafios enfrentados diariamente por militares e agentes civis no combate ao crime organizado. Para ele, garantir estrutura, tecnologia e melhores condições de trabalho às corporações é essencial para ampliar a sensação de segurança da população.
Nos últimos meses, a Assembleia Legislativa tem debatido medidas voltadas ao fortalecimento da segurança pública no Espírito Santo, incluindo investimentos em inteligência, integração entre forças policiais e modernização de equipamentos. O tema ganhou ainda mais destaque diante de episódios recentes de violência que causaram forte repercussão no Estado.
Entre os casos citados está a morte da menina Alice, de seis anos, vítima de disparos durante um ataque envolvendo facções criminosas no município da Serra. A tragédia provocou indignação e reacendeu discussões sobre o avanço da criminalidade e a necessidade de respostas rápidas do poder público.
Marcelo Santos afirmou que o Estado precisa manter postura firme diante da violência. “O cidadão de bem precisa se sentir protegido. O poder público não pode se intimidar diante da criminalidade”, declarou o presidente da Ales.
O posicionamento do parlamentar acompanha o debate crescente sobre segurança pública no Espírito Santo, tema que continua entre as principais preocupações da população capixaba.