Para a endocrinologista, a ferramenta muda a forma de acompanhar a doença. “A Inteligência Artificial nos permite interpretar um volume de dados maior. Assim conseguimos identificar riscos de forma mais precoce e tomar decisões mais assertivas no tratamento da condição”, explica.
A análise de grandes conjuntos de dados clínicos, laboratoriais e comportamentais possibilita identificar a terapia mais adequada para cada paciente, personalizando planos de tratamento.
A utilização da IA nos sistemas de saúde também otimiza o acompanhamento contínuo e viabiliza a prevenção de comorbidades e complicações, gerando impacto positivo para profissionais de saúde, e sobretudo para os pacientes. “Com ferramentas inteligentes, conseguimos otimizar o tempo clínico e avançar na prevenção, mas sem perder o olhar humano, que será sempre essencial”, conclui.
Cabe destacar que a adoção ética e responsável da IAl surge como um caminho promissor para fortalecer os sistemas de saúde, aliando inovação tecnológica, precisão clínica e cuidado focado no paciente.