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Festival Movimento Cidade, edição Eclipse, acontecerá em Vitória e Vila Velha 

Com entrada gratuita, programação reúne shows de Silva, Céu, Ana Frango Elétrico, Arnaldo Antunes e outros nomes, além de artes visuais e manifestações culturais 
O Movimento Cidade, que anunciou uma segunda edição do seu Festival em 2026, batizada de Eclipse, amplia a sua programação e passa a ocupar dois espaços culturais da Grande Vitória nos dias 6 e 7 de novembro. Nesta edição especial, o festival conecta o Parque Cultural Casa do Governador, em Vila Velha, e volta ao Centro Cultural Carmélia, em Vitória, reunindo atrações como Silva, Céu, Ana Frango Elétrico, Arnaldo Antunes, entre outros nomes. Com entrada gratuita e classificação 18 anos, a programação também inclui artes visuais, manifestações culturais e oficinas de economia criativa.
A expansão para os dois espaços também marca o retorno do Festival Movimento Cidade ao Centro Cultural Carmélia, que já foi casa do festival antes de sua chegada ao Parque da Prainha, onde atualmente acontece. E nesta edição, o festival amplia sua ocupação ao conectar Vitória e Vila Velha em uma programação distribuída entre diferentes momentos do dia.
A escolha dos espaços dialoga com o próprio conceito do Eclipse. Na narrativa criada para esta edição, a cidade representa a Terra, o Parque Cultural Casa do Governador assume o lugar do Sol e o Carmélia chega como a Lua. Durante o dia, o público poderá acompanhar a programação no Parque, que recebe as atividades de formação em economia criativa no dia 6 e parte dos shows no dia 7. À noite, a programação segue para o Centro Cultural Carmélia. A programação completa de cada local ainda será anunciada.
Para a Gestora e diretora artístico-cultural do Parque, Mirella Schena: “O Parque Cultural Casa do Governador já cumpre um papel de fortalecer a cena cultural local e promover o intercâmbio com a cena nacional, conectando públicos por meio de uma programação diversa e gratuita. O Eclipse dialoga diretamente com essa vocação e, por isso, a correalização com o Movimento Cidade reforça nosso compromisso de consolidar o espaço como centro de formação e difusão artística, estimulando a ampliação de públicos por meio da democratização da cultura”
Segundo a diretora-geral do Movimento Cidade, Luísa Costa, a proposta é que os dois espaços sejam vistos como partes de uma mesma experiência, além de marcar o retorno ao Carmélia.
“Assim como em um eclipse diferentes corpos celestes se alinham para criar um fenômeno único, o festival aproxima dois espaços culturais e amplia as possibilidades de circulação e experimentação. Essa conexão traduz a própria proposta do Eclipse, que nasceu para provocar uma mudança de perspectiva e criar novas formas de vivenciar a arte e a cidade”, explica.
Música, arte e dança integram programação
A programação musical reúne nomes de diferentes gerações e trajetórias da música brasileira. Entre os destaques está o capixaba Silva, cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista que construiu uma carreira marcada pela mistura de diferentes sonoridades e por sucessos que conquistaram milhões de ouvintes. No Movimento Cidade, o artista apresenta um show especial que reúne grandes músicas de seus 15 anos de carreira.
Outro momento de destaque será o encontro de Ana Frango Elétrico com Arnaldo Antunes. O cantor e compositor chega ao festival após lançar, em setembro, o álbum colaborativo “Vice-Versa”, feito em parceria com Adriana Calcanhotto. O trabalho, que reúne 11 faixas, sendo dez inéditas, também deu origem a uma turnê nacional que começa em março de 2027.
A programação também conta com a artista Céu, que apresenta a turnê “Céu 20 anos”, além de Vera Fischer Era Clubber, Clementaum, Chediak, Julia e as Choronas, Tropical Nada, O Lado B, Meninos de Vó, Mirror the Sun, DJ Wanisy e Ubunto.
Além dos shows, o Eclipse reúne diferentes linguagens artísticas e as experiências serão distribuídas pelos dois espaços que integram esta edição do Movimento Cidade.
“Essa edição reforça uma característica que está na essência do Movimento Cidade: criar encontros a partir da cultura e ocupar a cidade de diferentes maneiras. É uma programação pensada para que o público não apenas assista, mas faça parte do que acontece”, finaliza Luísa.

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